
Oração
Mistérios do terço: os 20 mistérios, o dia de cada um e o que meditar
Os vinte mistérios do Rosário, com o dia da semana de cada grupo, a passagem da Bíblia e uma frase para meditar em cada dezena
O terço tem vinte mistérios, em quatro grupos de cinco, e cada dia se medita um grupo: gozosos na segunda-feira e no sábado, dolorosos na terça e na sexta, gloriosos na quarta e no domingo, luminosos na quinta, segundo a distribuição proposta por São João Paulo II em 2002. No AngelGuard você encontra cada mistério com a passagem da Bíblia de onde ele vem e uma frase simples para guardar no coração durante as dez Ave-Marias.
Mistérios gozosos (segunda-feira e sábado)
1º mistério: a anunciação do anjo a Nossa Senhora.
2º mistério: a visita de Nossa Senhora a Santa Isabel.
3º mistério: o nascimento de Jesus em Belém.
4º mistério: a apresentação do Menino Jesus no Templo.
5º mistério: a perda e o encontro do Menino Jesus no Templo.
Mistérios luminosos (quinta-feira)
1º mistério: o batismo de Jesus no rio Jordão.
2º mistério: Jesus se revela nas bodas de Caná.
3º mistério: o anúncio do Reino de Deus e o convite à conversão.
4º mistério: a transfiguração de Jesus.
5º mistério: a instituição da Eucaristia.
Mistérios dolorosos (terça-feira e sexta-feira)
1º mistério: a agonia de Jesus no Horto das Oliveiras.
2º mistério: a flagelação de Jesus.
3º mistério: a coroação de espinhos.
4º mistério: Jesus carrega a cruz até o Calvário.
5º mistério: a crucifixão e a morte de Jesus.
Mistérios gloriosos (quarta-feira e domingo)
1º mistério: a ressurreição de Jesus.
2º mistério: a ascensão de Jesus ao céu.
3º mistério: a descida do Espírito Santo.
4º mistério: a assunção de Nossa Senhora ao céu.
5º mistério: a coroação de Nossa Senhora como Rainha do céu e da terra.
Os vinte mistérios do Rosário e o dia de cada grupo, segundo a Carta apostólica Rosarium Virginis Mariae, de São João Paulo II (2002), nn. 21 e 38.
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Qual mistério se reza hoje
2 min de leituraO Rosário completo tem vinte mistérios.
O Rosário completo tem vinte mistérios. Como quase ninguém reza os vinte no mesmo dia, costuma-se rezar um grupo de cinco por dia, e cada grupo dá ao dia uma “cor” própria, como diz São João Paulo II, de modo parecido com o que a liturgia faz com os tempos do ano (Rosarium Virginis Mariae, 38). A distribuição proposta por ele é esta:
Segunda-feira: mistérios gozosos.
Terça-feira: mistérios dolorosos.
Quarta-feira: mistérios gloriosos.
Quinta-feira: mistérios luminosos.
Sexta-feira: mistérios dolorosos.
Sábado: mistérios gozosos.
Domingo: mistérios gloriosos.
Por que alguns folhetos trazem outros dias? Antes de 2002, a prática comum era rezar os gozosos na segunda e na quinta, os dolorosos na terça e na sexta, e os gloriosos na quarta, no sábado e no domingo. Quando propôs os mistérios luminosos, João Paulo II observou que os gloriosos caíam em dois dias seguidos, sábado e domingo, e que o sábado é tradicionalmente um dia mariano. Por isso sugeriu levar para o sábado a segunda meditação dos gozosos, em que a presença de Maria é mais forte, e deixar a quinta-feira livre para os luminosos (Rosarium Virginis Mariae, 38). Muitos terços impressos e páginas antigas ainda trazem a divisão anterior; ela não está “errada”, só é a de antes.
O próprio Papa acrescenta que essa indicação não pretende tirar a liberdade de cada pessoa ou comunidade, sobretudo quando a liturgia sugere outra coisa (Rosarium Virginis Mariae, 38). Na Quaresma, por exemplo, muita gente medita os dolorosos com mais frequência; no tempo do Natal, os gozosos; no tempo pascal, os gloriosos.
Mistérios gozosos (segunda-feira e sábado)
2 min de leituraOs mistérios gozosos, ou mistérios da alegria, contemplam a Encarnação e a infância de Jesus.
Os mistérios gozosos, ou mistérios da alegria, contemplam a Encarnação e a infância de Jesus. A alegria começa na saudação do anjo, “Alegra-te, Maria”, passa pela visita a Isabel e pelo nascimento em Belém, e já nos dois últimos mistérios aparecem os primeiros sinais da cruz (Rosarium Virginis Mariae, 20).
1º mistério: A anunciação do anjo a Nossa Senhora (Lc 1,26-38). Maria faz uma pergunta honesta e depois responde, na tradução do Padre Figueiredo: “Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim, segundo a tua palavra” (Lc 1,38). Para meditar: o meu “sim” a Deus também pode vir antes de eu entender tudo.
2º mistério: A visita de Nossa Senhora a Santa Isabel (Lc 1,39-56). Grávida, Maria viaja depressa para ajudar a prima idosa, e Isabel a recebe com as palavras que entraram na Ave-Maria: “Benta és tu entre as mulheres, e bento é o fruto do teu ventre” (Lc 1,42). Para meditar: quem leva Jesus dentro de si vai ao encontro de quem precisa.
3º mistério: O nascimento de Jesus em Belém (Lc 2,1-20). O Filho de Deus nasce longe de casa e é deitado numa manjedoura, “porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lc 2,7). Os primeiros a saber são pastores que trabalhavam de noite. Para meditar: Deus escolhe a pobreza e procura lugar no meu coração.
4º mistério: A apresentação do Menino Jesus no Templo (Lc 2,22-38). Maria e José cumprem a Lei com a oferta dos pobres. O velho Simeão toma o menino nos braços e avisa Maria de que uma espada lhe atravessará a alma (Lc 2,35). Para meditar: oferecer a Deus o que ele mesmo me deu, inclusive o que ainda vai doer.
5º mistério: A perda e o encontro do Menino Jesus no Templo (Lc 2,41-52). Depois de três dias de procura, Maria e José encontram Jesus entre os doutores. Ele responde: “não sabíeis que importa ocupar-me nas coisas que são do serviço de meu Pai” (Lc 2,49). Para meditar: quando perco Jesus de vista, voltar a procurá-lo sem desistir.
Mistérios luminosos (quinta-feira)
2 min de leituraOs mistérios luminosos, ou mistérios da luz, foram propostos por São João Paulo II em 2002 para que o Rosário abrangesse também a vida pública de Jesus, entre o Batismo e a Paixão.
Os mistérios luminosos, ou mistérios da luz, foram propostos por São João Paulo II em 2002 para que o Rosário abrangesse também a vida pública de Jesus, entre o Batismo e a Paixão. Ele os apresentou como cinco momentos em que o Reino de Deus se mostra presente na própria pessoa de Jesus (Rosarium Virginis Mariae, 19 e 21).
1º mistério: O batismo de Jesus no rio Jordão (Mt 3,13-17). O Inocente desce à água com os pecadores; o céu se abre, o Espírito desce e o Pai o chama de Filho amado (Rosarium Virginis Mariae, 21). Para meditar: pelo Batismo, eu também sou filho amado do Pai.
2º mistério: Jesus se revela nas bodas de Caná (Jo 2,1-12). Numa festa de casamento falta o vinho. Maria percebe, fala com o Filho e diz aos serventes: “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2,5). Para meditar: levar a Jesus o que falta em casa e fazer o que ele pedir.
3º mistério: O anúncio do Reino de Deus e o convite à conversão (Mc 1,14-15). Jesus começa a pregar: “o tempo está cumprido, e se apropinquou o reino de Deus: fazei penitência, e crede no evangelho” (Mc 1,15, na tradução do Padre Figueiredo). Ele perdoa os pecados de quem se aproxima com confiança, e confia esse ministério à Igreja no sacramento da Reconciliação (Rosarium Virginis Mariae, 21). Para meditar: qual passo de conversão Deus me pede hoje?
4º mistério: A transfiguração de Jesus (Mt 17,1-8). No monte, Pedro, Tiago e João veem a glória de Jesus, e a voz do Pai diz: “Este é aquele meu querido Filho, em quem tenho posto toda a minha complacência: ouvi-o” (Mt 17,5). Para meditar: dar mais atenção à palavra de Jesus do que ao barulho de fora.
5º mistério: A instituição da Eucaristia (Mt 26,26-29; Lc 22,14-20). Na última ceia, Jesus toma o pão e diz: “Este é o meu corpo, que se dá por vós: fazei isto em memória de mim” (Lc 22,19). Para meditar: cada Missa é esse mesmo dom; como eu me preparo para recebê-lo?
Mistérios dolorosos (terça-feira e sexta-feira)
2 min de leituraOs mistérios dolorosos acompanham a Paixão, do Getsêmani ao Calvário.
Os mistérios dolorosos acompanham a Paixão, do Getsêmani ao Calvário. São João Paulo II lembra que a piedade cristã sempre se deteve nesses momentos, sobretudo na Quaresma, porque ali está o auge da revelação do amor de Deus (Rosarium Virginis Mariae, 22).
1º mistério: A agonia de Jesus no Horto das Oliveiras (Lc 22,39-46; Mt 26,36-46). Com medo e angústia, Jesus reza ao Pai enquanto os amigos dormem, e entrega a própria vontade: “não se faça nisto a minha vontade, mas sim a tua” (Mt 26,39). Para meditar: o que eu preciso entregar hoje nas mãos do Pai?
2º mistério: A flagelação de Jesus (Jo 19,1; Mc 15,15). João diz tudo numa frase só: “Pilatos pois tomou então a Jesus, e o mandou açoitar” (Jo 19,1). Para meditar: o corpo que curou tantos doentes foi ferido por nós; rezar por quem sofre violência.
3º mistério: A coroação de espinhos (Mt 27,27-31). Os soldados tecem uma coroa de espinhos, põem-lhe uma cana na mão e zombam dele: “Deus te salve, Rei dos Judeus” (Mt 27,29). Para meditar: um Rei humilhado que não revida; pedir a graça de suportar a humilhação sem ódio.
4º mistério: Jesus carrega a cruz até o Calvário (Jo 19,16-17; Lc 23,26-32). Jesus sai “levando a sua cruz às costas” (Jo 19,17), e Simão de Cirene é obrigado a ajudá-lo (Lc 23,26). Para meditar: carregar a minha cruz com ele e ajudar alguém a carregar a sua.
5º mistério: A crucifixão e a morte de Jesus (Lc 23,33-46; Jo 19,25-30). Na cruz, Jesus confia sua mãe ao discípulo, “Mulher, eis aí teu filho” (Jo 19,26), e morre dizendo: “Pai, nas tuas mãos encomendo o meu espírito” (Lc 23,46). Para meditar: ninguém é amado mais do que isso; entregar também a minha morte a Deus.
Mistérios gloriosos (quarta-feira e domingo)
2 min de leituraOs mistérios gloriosos contemplam a vitória de Cristo e o que ela promete a nós.
Os mistérios gloriosos contemplam a vitória de Cristo e o que ela promete a nós. São João Paulo II lembra que a contemplação do rosto de Cristo não pode parar no crucificado: ele é o Ressuscitado (Rosarium Virginis Mariae, 23).
1º mistério: A ressurreição de Jesus (Mt 28,1-10; Lc 24,1-12). As mulheres vão ao sepulcro e ouvem a pergunta dos anjos: “Por que buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou” (Lc 24,5-6). Para meditar: a morte não tem a última palavra, nem na minha vida.
2º mistério: A ascensão de Jesus ao céu (Lc 24,50-53; At 1,6-11). Jesus abençoa os discípulos e sobe ao céu; os anjos perguntam: “Varões galileus, que estais olhando para o céu?” (At 1,11). Para meditar: esperar o céu sem deixar de trabalhar na terra.
3º mistério: A descida do Espírito Santo (At 2,1-13). Reunidos com Maria no cenáculo, os discípulos “foram todos cheios do Espírito Santo” (At 2,4) e começaram a anunciar Jesus. Para meditar: pedir o Espírito Santo para testemunhar a fé sem medo.
4º mistério: A assunção de Nossa Senhora ao céu (CIC 966). A Bíblia não narra este mistério. A Igreja o professa como dogma de fé, definido por Pio XII em 1950: terminada a vida terrena, Maria foi elevada ao céu em corpo e alma, como antecipação da ressurreição prometida a todos os cristãos (Catecismo da Igreja Católica, CIC 966). Para meditar: o meu corpo também está destinado à glória.
5º mistério: A coroação de Nossa Senhora como Rainha do céu e da terra (Ap 12,1; CIC 966). A tradição cristã reconhece Maria na mulher do Apocalipse, texto que a Igreja lê na Missa da Assunção: “uma mulher vestida do sol, que tinha a lua debaixo de seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça” (Ap 12,1). O Catecismo ensina que Maria foi exaltada pelo Senhor como Rainha (CIC 966). Para meditar: a Mãe que reina é a mesma que intercede por mim.
Como meditar um mistério durante a dezena
2 min de leituraO Catecismo diz que a oração cristã gosta de meditar os mistérios de Cristo, “como na lectio divina ou no rosário” (CIC 2708).
O Catecismo diz que a oração cristã gosta de meditar os mistérios de Cristo, “como na lectio divina ou no rosário” (CIC 2708). E lembra que tudo na vida de Jesus, dos panos do presépio ao sudário da ressurreição, é sinal do seu mistério (CIC 515). É por isso que cada dezena do terço é uma cena do Evangelho.
São João Paulo II propõe um caminho simples para cada mistério: anunciá-lo, se possível olhando para uma imagem; ler a passagem da Bíblia, curta ou longa, conforme o tempo; fazer um breve silêncio antes do Pai-Nosso (Rosarium Virginis Mariae, 29–31). As passagens indicadas acima servem para isso. Durante as Ave-Marias, o centro é o nome de Jesus, e ajuda acrescentar, depois dele, uma palavra sobre o mistério: “Jesus, que nasceu em Belém”, “Jesus, que carregou a cruz” (Rosarium Virginis Mariae, 33).
E os “frutos” de cada mistério? João Paulo II sugere terminar cada dezena com uma oração para obter os frutos próprios daquele mistério (Rosarium Virginis Mariae, 35), mas não publica uma lista. As listas de “frutos” que circulam em livros e sites (humildade, caridade, pobreza de espírito…) são tradições de devoção, úteis e variadas, não um texto oficial. Por isso esta página propõe, em cada mistério, uma frase para meditar, e não um fruto “obrigatório”.
A ordem das orações, as contas e o passo a passo estão na página Como rezar o terço. O sentido de cada frase da Ave-Maria está na página da Ave-Maria.
Senhor Jesus, que vivestes os mistérios da nossa salvação na alegria, na luz, na dor e na glória, dai-me meditá-los com os olhos e o coração da vossa Mãe. Que eu aprenda em cada dezena a imitar o que eles contêm e a esperar o que eles prometem. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Amém.
De quinze para vinte: a história dos mistérios
2 min de leituraO Rosário se formou aos poucos durante o segundo milênio (Rosarium Virginis Mariae, 1).
O Rosário se formou aos poucos durante o segundo milênio (Rosarium Virginis Mariae, 1). O Catecismo explica que a piedade medieval do Ocidente o propagou como um substituto popular da Liturgia das Horas (CIC 2678): quem não sabia de cor os 150 salmos rezados pelos monges rezava 150 Ave-Marias. Por isso o Rosário tradicional tinha quinze mistérios, cinco gozosos, cinco dolorosos e cinco gloriosos, cada um com dez Ave-Marias (Rosarium Virginis Mariae, 19). O terço, a terça parte do Rosário, era um desses três grupos.
Em 16 de outubro de 2002, na carta apostólica Rosarium Virginis Mariae, São João Paulo II propôs os cinco mistérios luminosos, deixando-os à livre escolha de cada pessoa e de cada comunidade, para que o Rosário fosse mais plenamente um “compêndio do Evangelho” (Rosarium Virginis Mariae, 19). Na mesma carta, ele proclamou um Ano do Rosário, de outubro de 2002 a outubro de 2003, lembrando os 120 anos da encíclica Supremi apostolatus officio, de Leão XIII, publicada em 1º de setembro de 1883 (Rosarium Virginis Mariae, 2–3).
Foi Leão XIII quem ligou o mês de outubro ao Rosário. Em 1889, ele mesmo escreve que já tinha consagrado o mês de outubro à Virgem Maria sob o título de Nossa Senhora do Rosário (Leão XIII, Quamquam pluries, 2). Por isso, em muitas paróquias do Brasil, outubro é o mês do terço, e a memória de Nossa Senhora do Rosário é celebrada no dia 7 de outubro.
Perguntas
Quais são os mistérios do terço de hoje?
Segunda-feira e sábado: mistérios gozosos. Terça-feira e sexta-feira: mistérios dolorosos. Quarta-feira e domingo: mistérios gloriosos. Quinta-feira: mistérios luminosos. É a distribuição proposta por São João Paulo II na carta Rosarium Virginis Mariae (2002), n. 38.
Quantos mistérios tem o terço?
O terço de cada dia medita cinco mistérios, um em cada dezena. O Rosário completo tem vinte mistérios, em quatro grupos de cinco: gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos. Até 2002 eram quinze; os luminosos foram acrescentados por São João Paulo II.
Por que antes os mistérios gozosos eram na quinta-feira?
Porque, antes de 2002, os gozosos eram rezados na segunda e na quinta, e os gloriosos na quarta, no sábado e no domingo. Com os mistérios luminosos, João Paulo II propôs rezá-los na quinta e levar os gozosos para o sábado, dia tradicionalmente dedicado a Nossa Senhora (Rosarium Virginis Mariae, 38).
Quais são os mistérios luminosos?
O batismo de Jesus no rio Jordão, a revelação de Jesus nas bodas de Caná, o anúncio do Reino de Deus com o convite à conversão, a transfiguração de Jesus e a instituição da Eucaristia. Eles se rezam na quinta-feira.
Posso rezar um mistério diferente do dia?
Pode. A distribuição por dias é uma proposta que ajuda a percorrer toda a vida de Jesus durante a semana, mas o próprio João Paulo II diz que ela não tira a liberdade de escolha, sobretudo quando a liturgia sugere outro mistério.
Onde está na Bíblia a assunção de Nossa Senhora?
A Bíblia não narra a assunção. A Igreja a professa como dogma de fé desde 1950: Maria foi elevada ao céu em corpo e alma (Catecismo da Igreja Católica, n. 966). Na Missa da Assunção, a Igreja lê a imagem da mulher vestida de sol, em Apocalipse 12,1, que também ajuda a meditar o mistério da coroação.





